Dia Mundial do Livro: 15 Clássicos da Literatura que viraram obras de cinema.

Dia Mundial do Livro: 15 Clássicos da Literatura que viraram obras de cinema.

Hoje é comemorado o Dia Mundial do Livro, ferramenta muito importante para a construção de valores, para o registro de histórias, para compartilhar informações, adquirir cultura, viajar sem sair do lugar, dentre muitas outras vantagens que a leitura proporciona…

Sabemos que o Brasil é um país que “lê pouco” e que falta muito para sermos considerados um país de leitores. Segundo uma pesquisa levantada no início deste ano pelo Banco Mundial, levaria mais de 260 anos para que o Brasil atingisse o nível de leitura dos países desenvolvidos.

Para darmos uma pequena contribuição para melhorar este cenário e fazer uma singela homenagem ao dia do livro, separamos 15 obras literárias muito boas que traduziram-se em filmes renomados. Aproveitem para ler o livro antes de assistir ao filme, assim será possível fazer uma crítica com um ótimo embasamento.

Romeu e Julieta – William Shakespeare (1591)

Na história, os amantes pertencem a famílias rivais e não podem ficar juntos – até que, por uma série de enganos, ambos acabam tirando suas vidas.

Orgulho e Preconceito – Jane Austen (1813)

São poucas as mulheres que conseguiram entrar para o panteão literário mundial antes do século XX: Jane Austen é uma delas, com uma série de romances de época voltados para o público feminino.

Os Três Mosqueteiros – Alexandre Dumas (1844)

Precursor do gênero capa-e-espada, Os Três Mosqueteiros é um prato cheio para a televisão e o cinema, com suas histórias de aventura e lealdade entre amigos.

Os Miseráveis – Victor Hugo (1862)

Em 2012, Tom Hooper fez muita gente chorar com as interpretações emocionadas de um elenco escolhido a dedo, com vozes inesperadamente poderosas, liderado por Hugh Jackman.

Alice no País das Maravilhas – Lewis Carroll (1865)

Uma das personagens mais malucas da literatura mundial jjá teve uma infinidade de rostos no cinema. Em 2010, Tim Burton assumiu a direção, trazendo uma versão adolescente de Alice com foco na tecnologia de computação gráfica para criar um visual próprio.

O Retrato de Dorian Gray – Oscar Wilde (1890)

A trágica história do homem que se apaixona pela própria aparência, e que vê seu retrato acumular todos os seus defeitos ao longo dos anos, inspira cineastas há mais de um século.

Drácula – Bram Stoker (1897)

O filme conta a história do líder romeno Vlad Tepes (Drácula), que, ao defender a igreja cristã na Romênia contra o ataque dos turcos, tem sua noiva Elisabetha enganada: esta crê que seu amado morreu e então atira-se no rio chamado “Princesa”.

Meia Noite em Paris – Woody Allen (2011)

Gil sempre idolatrou os grandes escritores americanos e sonhou ser como eles. Agora ele está prestes a ir a Paris ao lado de sua noiva, Inez, e dos pais dela. Estar em Paris dá a Gil uma certa magia que o permite ser capaz que adentrar em seus velhos sonhos, literalmente.

Hamlet – William Shakespeare (1599)

Dentre as numerosas peças de Shakespeare, a tragédia do príncipe dinamarquês que vinga seu pai é, provavelmente, a mais explorada no teatro e no cinema até hoje.

Fahrenheit 451 – Ray Bradbury (1953)

Este clássico da ficção científica, que mostra a queima de livros como modo de controle da população (em distopia semelhante a 1984, de George Orwell), ganhou apenas uma versão para o cinema. Mas não foi qualquer versão: quem adaptou a obra foi o francês François Truffaut.

Memórias Póstumas de Brás Cubas – André Klotzel (2001)

Após sua morte, no ano de 1869, Brás Cubas decide por narrar sua história e revisitar os fatos mais importantes de sua vida, a fim de se distrair na eternidade.

Vidas Secas – Nelson Pereira dos Santos (1963)

Pressionados pela seca, uma família de retirantes composta por Fabiano, Sinhá Vitória, o menino mais velho, o menino mais novo e a cachorra Baleia, atravessam o sertão em busca de meios para sobreviver.

Capitães de Areia – Cecília Amado (2011)

Na capital baiana Salvador, nos anos de 1930, menores abandonados que vivem nas ruas enfrentam toda sorte de dificuldades. Conhecidos como “capitães da areia”, são liderados pelo jovem Pedro Bala, praticando crimes.

O Que é Isso, Companheiro? – Bruno Barreto (1997)

Em 1964, um golpe militar derruba o governo democrático brasileiro e, após alguns anos de manifestações políticas, é promulgado em dezembro de 1968 o Ato Constitucional nº 5, que nada mais era que o golpe dentro do golpe.

O Coronel e o Lobisomem – Maurício Farias (2005)

Ponciano de Azeredo Furtado é um coronel de patente e fazendeiro por herança, que luta contra seu irmão de criação Pernambuco Nogueira para manter as terras da Fazenda Sobradinho e conquistar o coração de sua prima Esmeraldina.

 

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